segunda-feira, 4 de julho de 2016

O que significou o evento do criminoso crucificado ao lado de Jesus




Eu, Waldecy Antonio Simões, internauta ativo na propagação da Palavra de Deus, pertenço a uma das 398 congregações pelo mundo que santificam o sábado como o Dia do Senhor, portanto somos os remanescentes que não aceitaram a subserviência ao papado romano de tantos erros. Siga o Link:


http://gospel-semeadores-da.forumeiros.com/t12521-todas-as-igrejas-que-guardam-o-sabado. 

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27

Um Internauta, Sergio,  escreveu-me:


“Bom dia Waldecy, li seu arquivo a respeito da salvação, também pelas boas obras de caridade, então, de quais obras Paulo fala ao carcereiro em At 17 (Crê no Senhor Jesus e serás salvo)? Parece-me que nenhuma alusão à obras.
E que obras o malfeitor na cruz realizou para entrar no reino de Jesus? Aguardo ansioso a sua resposta”.     Sergio

Obrigado ao irmão pela mensagem.

O melhor exemplo que Jesus nos deixou ao perdoar o ladrão em seus últimos momentos de vida foi exatamente para nos deixar como exemplo que o ARREPENDIMENTO SINCERO SALVA, mesmo se isso acontecer nos nossos últimos momentos.  Só que essa opção é muito arriscada pois a morte pode nos pegar entre uma passo e outro, por uma bala perdida ou nem tanto perdida ou por outras opções perigosas. Por isso, é necessário vivermos como se nosso dia presente fosse o último.

"Mas se o ímpio se converter de todos os pecados que cometeu, e guardar todos os meus estatutos, e proceder com retidão e justiça, certamente viverá; não morrerá.
De todas as transgressões que cometeu não haverá lembrança contra ele; pela justiça que praticou viverá".    
Ezequiel 18:21,22


   Também, de nenhum modo me lembrarei de seus pecados, para sempre”.  Hebreus, 10.17, que revelam que revelam a bondade de Deus.

“Seus numerosos pecados lhe foram perdoados, porque ela tem demonstrado muito amor”.     Revelações de Jesus, em Lucas, 7.47. 

     “Se confessarmos os nossos pecados, Deus é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”.  I João, 1.9. Confessar ao Senhor, pois no Evangelho não há alusões alguma de o arrependido se confessar a um diácono ou a um bispo, características sacerdotais da época.

a Parábola de Jesus em Mateus 13 (colocada abaixo) nos revela o que acabei de colocar.

Realmente, o Mestre Jesus no revelou, em Mateus 25:31 a 44,  a salvação pelas boas obras por amor ao semelhante e a condenação pela falta delas. 

Se essa condição veio do Mestre Jesus, não pode ser contestada como você o fez.

Mas existe mais uma revelação significativa a respeito de Jesus nesse exemplo dos dois criminosos executados ao lado de Jesus.



Jesus foi o retrato da humildade e da simplicidade. A sua humildade já havia se manifestado muito antes de seu nascimento, pois não se preocupou em nascer de uma descendência constituída de homens e de mulheres de procedimentos ilibados ou de casta nobre.  




Em meio aos antepassados de Jesus havia homens e mulheres que, apesar de suas falhas, viveram comprometidos com o Senhor Deus -- sim como Abraão, Davi e outros.  Mas nesse rol dos descendentes de Cristo, veremos (Mateus, 1.1 e seguintes) que havia desde mentirosos, adúlteros, baderneiros, invejosos, assassinos, praticantes de culto a ídolos, como Salomão e até mesmo participantes de incesto.  

Como tinha de descender, obrigatoriamente, da prole de Jacó, para que se cumprisse a aliança do Criador proposta a Abraão, o Pai não se preocupou em fazer nascer o Filho descendente do ilustre José (também filho de Jacó), um vencedor que, de escravo, surpreendentemente, chegou à posição de vice faraó do fabuloso Egito. 

O Senhor escolheu para antepassado de Jesus o sombrio filho de Jacó: Judá. Depois de planejar, por pura inveja, o assassinato de José, seu irmão caçula, Judá acabou participar na tentativa de assassinato de José, e depois na venda aos madianitas como um reles escravo.  Judá, em cumplicidade com seus irmãos,  viria, ainda, trazer grande amargura à casa de Jacó, seu velho pai, ao incorrer em falso testemunho quando participou a ele que o adolescente José havia sido estraçalhado por feras. E assim, sem se importar em vir ao mundo como personagem de uma descendência santa, Jesus nasceu fora do lar, numa humilde cidade e num local muito impróprio para uma mulher dar à luz.

No início, Jesus foi um enjeitado, o que fazia parte intrínseca da sua destacada humildade.  Jesus foi um enjeitado ainda no ventre de sua mãe Maria. Na cidade da Belém daqueles dias de recenseamento obrigatório, não havia um só quarto vago em hospedarias e não houve um só hóspede ou senhorio que se compadecesse da delicada situação de Maria, cedendo um quarto a ela, visivelmente em final de gravidez.  

Ao invés de escolher uma era tecnológica -- na qual poderia ter registrado a sua imagem e a sua voz ou colocado mensagens na Internet --, Jesus veio numa época de sociedade pastoril, onde só pôde  pregar a poucos de cada vez.    Para aumentar, ainda mais, o quadro da humildade de Jesus, ele veio justamente na época em que a Judeia de todos os judeus sofria com a invasão romana, que se valia da  força da lança e da espada. 

Diferente de hoje, onde vemos uma parte da Igreja incentivando sem-terras e os sem-tetos para que tentem tomar o bocado de terra ou de edificações que nunca possuíram, mesmo que seja apenas dos excedentes de riqueza dos muitos ricos ou dos governos, contudo, Jesus JAMAIS incentivou qualquer pobre para que se rebelasse contra os ricos, nem mesmo que os escravos humanos se rebelassem contra seus senhores e até mesmo que os judeus se revoltassem contra os opressores romanos. Na Verdade, Jesus não disse uma só Palavra contra os invasores Romanos. Qualquer manifestação de força contra os ricos e contra os governos, e até mesmo contra os opressores, não pertencem ao Evangelho de Jesus, da Justiça de Deus.
Cristo nasceu num estábulo malcheiroso, ainda assim, de favor, e suas primeiras visitas de recém-nascido foram as de humildes pastores, e logo após de magos estrangeiros.  Entrou em Jerusalém montado num pequeno burrico emprestado.

  Ajoelhou-se ao solo, fazendo questão de lavar os pés dos seus apóstolos ­­para demonstrar vivamente a importância da prática da humildade (João 13.4).  Escolheu, para seus discípulos aprendizes e propagadores de suas obras, homens humildes, rústicos, desprovidos de bens, de cultura e cheios de defeitos. 

A vida de Jesus tornou-se uma perfeita escola de humildade.  Durante a sua vida pública tornou-se um andarilho, não possuiu casa própria nem outros bens materiais.

  Acercou-se dos  pobres,  dos doentes, dos renegados, das prostitutas e, da chamada ralé desprezível e, passando por cima da lei, até tocou os leprosos, curando-os, a mais detestável escória humana da época. Dormiu muitas noites ao relento; hospedou-se em lares desprovidos de conforto e comeu da mesma comida dos pobres.  Jesus viveu sempre de favores, mas nunca reclamou.

"Joana, uma rica mulher, casada com Cuza, procurador de Herodes, usava seu dinheiro assistindo a Jesus e seus apóstolos na propagação da boa nova"   A Palavra, em Lucas,  8.3. 

‘Eis que vos envio para o meio de lobos. Não leveis nem alforjes, nem sandálias, nem duas túnicas...’.   Lucas, 10.3.

‘Tendes aqui alguma coisa para comer?’.  Perguntou Jesus aos seus discípulos, em Lucas, 24.41.  ‘Não’, responderam eles.

‘Não possuo nem prata nem ouro, mas o que tenho eu te dou: Em nome de Jesus, o Nazareno, levanta e anda’.  Atos, 3.6

“Permanecei na mesma casa, comendo e bebendo do que eles tiverem; porque digno é o trabalhador do seu salário. Não andeis a mudar de casa em casa.  Quando entrardes numa cidade e ali vos receberem, comei do que vos for oferecido”. Jesus e a humildade que deve ter todo cristão, em Lucas 10.7.

Em nome da humildade, Jesus emprestou uma sala, com pouco mobiliário, para realizar a sua última refeição com seus amigos.  Antes de ser morto, foi despido até de suas vestes e martirizado entre dois malfeitores.  Além da dolorosa crucifixão que só era destinada aos piores criminosos, colocaram na cruz uma inscrição zombadora, nomeando-o rei dos judeus, para humilharem-no, para rebaixarem-no a ponto de compará-lo aos proscritos, aos loucos, e para que não fizesse seguidores de suas idéias. Quando retiraram Jesus da cruz, não tinha túmulo para ser sepultado e tiveram de sepultá-lo num emprestado. 

Quanto entrou em Jerusalém para ser glorificado, como estava profetizado em Zacarias 9:9, usando momo montaria um burrico, quando poderia ter optado por um fogoso Cavalo.

Quando ressuscitou, fato fastigioso ao extremo, Jesus não se importou em revelar-se ressuscitado, primeiramente, aos grandes do mundo, ou de forma ostentosa, mas, sim, sem pompa, a uma ex-prostituta a quem havia convertido.
 Na sua primeira pregação, a que chamamos o Grande Sermão do Monte, Cristo já havia destacado, com ênfase, a importância da humildade, do pacifismo e da mansidão. Na época, humildade e mansidão era coisa de fracos, pois vigorava a lei da fratura por fratura, olho por olho e dente por dente, mas Jesus veio, também, para destacar a importância da virtude da humildade, da mansidão e do não enfrentamento, virtudes fortes perante o céu, que se tornaram parte ativa do cristianismo. Para destacar a mansidão, a passividade, além do exemplo das crianças em Mateus, 18.3, Jesus escolheu como símbolo pessoal o cordeiro, o Cordeiro de Deus. Sabemos que o cordeiro é o mais manso dos animais. Deixa-se tosquiar mansamente.


 “Bem aventurados os humildes,  os mansos,  os que têm um coração de pobre, porque serão chamados filhos de Deus,  possuirão a Terra,  e deles é o reino dos céus”. Comprometimento de  Jesus, em  Mateus,   5.


Portanto, completando, irmão, a Humildade Verdadeira de Jesus foi revelada mais uma vez no exemplo em que ele se mostrou executado ao lado de dois criminosos.


http://oincomensuravelvalordasboasobras.blogspot.com.br/

Também no exemplo do Jovem Rico que pretendia aprender o Caminho para o Reino de Deus, o Mestre Jesus lhe revelou duas condições sinequanon:

"O termo Crê no Senhor Jesus e serão salvos tu e tua família" é muito mais profundo que a simples palavra CRER.


Não há como crer em Jesus se não vivermos o cristianismo de acordo com o que ele veio ENSINAR e DAR EXEMPLOS.

Portanto, para que o carcereiro se salvasse na Eternidade, tanto ele quanto a sua família, teria de viver a partir daquele dia os preceitos de Jesus,  sendo os principais deles A OBEDIÊNCIA a Deus na guarda de seus mandamentos e o AMOR de 1 Coríntios 13:13 onde está revelado que  o AMOR é superior à Fé, mas esse tem de ser  o amor  verdadeiro ao semelhante a ponto de servi-lo nas necessidades.  


Mas como era impossível ao condenado  -- ao lado de Jesus --, quase morto, realizar boas obras e viver pelos preceitos de Deus Pai, obedecendo-o, essa total impossibilidade isentou-o de tudo.  Tenha em conta que Jesus conhecia os pensamentos humanos, pois isso está provado no Evangelho, então, se ao criminoso foi concedida tão grande salvação, Jesus inteirou-se de que, se o malfeitor conseguisse sobreviver, certamente viveria o verdadeiro cristianismo, pois o próprio Mestre revelou que QUEM DESCONHECE NÃO PECA, e o ladrão desconhecia as sua condições essenciais para a salvação; Obediência e Amor.


Quem desconhece não peca:

  Se eu não viera, nem lhes houvera falado, pecado não teriam; mas, agora, não têm desculpa do seu pecado”.  Jesus, em João, 15.22.

Com respeito ao Caminho para o Reino de Deus Eterno, vem bem a calhar, aqui o exemplo abaixo:


    http://oexemplodojovemrico.blogspot.com.br/ Se não abrir, copiar o http e colar no navegador

Jesus explica ao Jovem Rico, o qual procurava o caminho para a Salvação, que havia DUAS condições sinequanon para alcançar a Salvação:

1) Obedecer a Deus Pai na guarda de seus Mandamentos (e não adianta se enganar, pois são dez e não nove)


2)  Desligar-se de sua fortuna, de seus bens, de seus castelos trocando-os por um tesouro eterno, no Céu, e que dividisse tudo o que tinha com as pessoas mais necessitadas e, além disso, que tomasse sua cruz e seguisse a Jesus, o que significa que sem tribulações ninguém alcança o Reino de Deus.  Mas não tribulações no fantasioso purgatório católico, mas no nosso dia a dia, enquanto vivos. 


Quanto a isso, o apóstolos Paulo, que mil tribulações viveu, revelou a necessidade de "tomar a cruz e seguir Jesus:

“Seja esse homem entregue a Satanás, para mortificação do seu corpo, a fim de que sua alma  seja salva no dia do Senhor”.   Concessões do Senhor Deus, na Primeira Carta aos Coríntios,  5.5.


“Dentre esses se contam Himeneu e Alexandre, os quais entreguei a, Satanás para serem castigados, afim de que não blasfemem mais”. I Timóteo, 1.20.


Se alguém quiser vir comigo, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga”.

Revelações  de  Jesus,  em  Mateus, 16.24. 

Então, Jesus resumiu a Salvação em duas condições: Amor ao Senhor ao praticar a Obediência a ele e Amar o semelhante a ponto de servi-lo nas necessidades.

Em Mateus 5:31 a 44 Jesus revela o Caminho para a salvação em outras palavras, mas que dá no mesmo:


Amar a Deus praticando boas obras a favor do semelhante, pois é impossível amar a Deus sem que esse amor passe antes pelo semelhante.


“Amarás ao teu Deus de todo o teu coração, com toda a tua alma e com todo o teu entendimento. Este é o grande e Primeiro Mandamento. O segundo é semelhante a este: Amarás a teu próximo como a ti mesmo.  Destes dois Mandamentos dependem toda a Lei e os profetas”.  Mateus 22:36 - 40.

Para entender bem o preceito acima é necessário observar o complemento, em negrito, muito elucidativo – por isso mesmo ignorado convenientemente por aqueles contrários às leis de Deus, principalmente a lei do Sétimo Dia -, pois mesmo no resumo do Decálogo por Jesus mais uma vez ele legitima todas as Dez Leis e não há quem possa contestar tal Verdade sem ingressar no farisaísmo. É claro que toda a lei e os profetas se refere ao Decálogo que tem completamente tudo a ver com o Amor ao Senhor e ao semelhante.   Todos os Mandamentos de Deus são fundamentados no Amor e tem gente que quer a exclusão deles.

Também pela Parábola do Samaritano, Jesus nos revela que muito mais que a nossa presença no templo é realizar a caridade do amor quando somos chamados a tal grandiosidade, pois estaremos somando fortes pontos no Livro da Vida, o Documento Divino a ser usado no Grande Dia da Volta de Jesus.

Também pela Parábola do Rico e Lázaro Jesus nos revela a CONDENAÇÃO pela falta de boas obras.

Quanto à sua pergunta sobre a salvação do criminoso crucificado ao lado de Jesus, vamos ao conteúdo:

O que poucos notaram é que também pelo exemplo de Jesus e o criminoso crucificado ao seu lado aconteceu, também, para destacar, mas uma vez, pela última vez, a inefável humildade de Jesus até na hora de sua morte, pois foi executado na cruz, ao lado de dois criminosos condenados.

Para entender, muito bem, o evento do ladrão crucificado ao lado de Jesus, e nesse curto tempo foi brindado pelo prêmio mais inefável que existe: A SALVAÇÃO NA ETERNIDADE. 

Alguém pode perguntar: "Ora, por toda a minha vida tenho buscado a salvação e o ladrão crucificado a ganhou sem fazer nada  em usa só tarde!


Foi por essas e por outras que Jesus nos contou a Parábola abaixo que tem tudo a ver com o ladrão crucificado:


Em Mateus, capítulo 20, Jesus conta, como Parábola, que um patrão fazendeiro saiu na madrugada contratando operários para trabalharem na sua vinha e combinou uma moeda de prata para cada um. E assim,  repetiu consecutivamente durante todo o dia até as cinco horas da tarde. Ao termino do dia ele pede ao administrador que pague o mesmo valor aos trabalhadores independentes os horários em que foram contratados. Certamente, isto causou revolta entre os da primeira hora, não que eles acharam pouco pelo que receberam, mais sim, não aprovaram receber o mesmo que os que só trabalharam por uma hora.

“ Mas Jesus, respondendo, disse a um deles: Amigo, acaso te prejudico? não ajustaste tu comigo um dinheiro?  Toma o que é teu, e retira-te; eu quero dar a este derradeiro tanto como a ti.  Ou não me é lícito fazer o que quiser do que é meu? Ou é mau o teu olho porque eu sou bom?”.  Mateus 20:13-15.

Esta parábola do patrão fazendeiro é muito interessante na maneira como Deus age conosco, ou seja, seus pensamentos e seu amor são completamente diferentes da forma como concebemos e a sua misericórdia é infinita com aqueles que o temem.  O objetivo maior dessa Parábola é exatamente o de mostrar que não temos o direito de julgar os desígnios de Deus quanto aos nossos semelhantes, e nos preocuparmos apenas com nossas relações com ele. Se alguém for beneficiado com algo (como no caso do ladrão perdoado por Jesus na cruz) e nós não fomos, deixemos tudo a julgamento de Deus, pois a Sabedoria está com ele. O Apocalipse nos mostra isso. Nem o mais importante anjo de Deus ousou julgar o diabo:

“Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda”.   Judas 1:9


Nem o ladrão crucificado ao lado de Jesus subiu ao Reino de Deus junto com Jesus, pois o mesmo Jesus afirmou três dias depois que ainda não havia subido ao Céu:

Vamos ver o que Jesus respondeu à Maria Madalena, logo depois de ressuscitado:

“Não me detenhas, porque ainda não subi para meu Pai. Mas vai ter com seus irmãos e diga-lhes: Subo para o meu Pai e vosso Pai; meu Deus e vosso Deus”.  Jesus, em João, 20.17.

Ora, depois de Jesus ter dito ao criminoso que ambos estariam no Céu naquele mesmo dia, se Jesus, mesmo depois de três dias, ainda não havia subido?  Trata-se de um conflito bíblico? Jesus se contradisse?

Mas, como Jesus revelou que três dias depois ainda não havia subido ao Céu, o criminoso crucificado ao lado de Jesus também não subiu, assim como Daniel, Davi, Enoque, Elias e todos os justos desde Adão e Eva estão dormindo, aguardando a Grande Ressurreição no Grande Dia da Volta de Jesus.  O ladrão pode ter subido a um dos paraísos citados pelo apóstolo Paulo, mas não para o Reino de Deus:


“Conheço um homem em Cristo que há catorze anos (se no corpo, não sei, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe) foi arrebatado ao terceiro céu. E sei que o tal homem (se no corpo, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe)  Foi arrebatado ao paraíso; e ouviu palavras inefáveis, que ao homem não é lícito falar”.   2 Coríntios 12:2-4

Mistérios do Senhor Deus.

Waldecy Antonio Simões    walasi@uol.com.br

Todos os meus escritos são livres para publicações, desde que não se alterem os textos










































                                                          


























































 Waldecy Antonio Simões. walasi@uol.com.br

Todos os meus textos são livres para publicações, desde que os textos não sejam alterados

Eu sou a voz que clama na Internet.

 “Então, no Reino do Pai, os justos resplandecerão como o Sol”.  Promessa de Jesus, em Mateus, 13.43